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Porquê a Face Longa?

Na semana passada, os estrategistas da Sra. Clinton reconheceram erros. . e prometeram que neste outono o público veria os lados da Sra. Clinton que são freqüentemente obscurecidos pelo barulho e distrações das campanhas modernas. Eles querem mostrar seu humor.

-The Times.

Campanha Clinton H.Q., Brooklyn. Hillary Clinton senta-se com vários funcionários.

STAFFER 1: Aqui está algo. Muitas piadas começam com a frase “Um tipo entra num celeiro.”

CLINTON: Eu gosto disso. É engraçado.”

STAFFER 2: Bar. Acho que é “Um tipo entra num bar”.”

CLINTON: Bar? Porque é que isso é engraçado? Os bares são engraçados?”

STAFFER 3: Também pensei que era um celeiro.

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STAFFER 4: E se um tipo entra num celeiro e vê um bar?

CLINTON: Isso não faz sentido.

STAFFER 2: Mas isso é engraçado? Entrar num celeiro?

CLINTON: Os celeiros são hilariantes. Depende do celeiro, claro, assim como da época do ano. Os celeiros também podem ser tristes. Entrei em celeiros no coração deste grande país, onde os empregos desapareceram e o sonho americano está morto.

(Longo silêncio.)

STAFFER 1 (Googling): É “bar.” Oops.

CLINTON: Vamos com “bar”.

STAFFER 3: Mas alguma coisa não costuma vir depois dessa primeira linha? Tipo, o . . . como se chama . . . o soco?

STAFFER 1 (Googling): Punch line.

CLINTON: O.K. Bem, vamos com “Um gajo entra num bar. Punch line.” Isso é engraçado.

STAFFER 3: Não, não. Acho que precisamos de uma linha de socos. Não dizemos “piada”.

CLINTON: Estou perdido.

STAFFER 1: O mesmo aqui.

CLINTON: Um homem anda pela rua e esbarra num bar … uma barra de metal … bate com a cabeça … ele está bem. E eu digo-te porque é que ele está bem. Ele está bem porque passámos a reforma de saúde mais significativa na história da nossa nação. Devia ter sido um único pagador? Eu acho que sim. Mas trinta milhões de americanos que nunca tiveram seguro de saúde agora têm cobertura para problemas como a contusão de entrar num bar.

(Longo silêncio.)__

STAFFER 3: Acho que não é um homem a entrar num bar.

CLINTON: O quê?

STAFFER 3: Acho que é um homem a entrar num bar que serve álcool.

CLINTON: Não percebo.

STAFFER 2: Há alguma barra de metal neste bar de álcool?

STAFFER 3: Eu não acho que haja uma barra de metal em qualquer parte da história. É apenas um bar.

CLINTON: Então eu só digo, “Um homem entra num bar que serve álcool”?

STAFFER 1: Preocupa-me que pareça que ela está a exortar as pessoas a beber.

STAFFER 2: De acordo. Acho que tivemos algo muito forte com o celeiro.

STAFFER 3: Talvez adicionar uma piada?

CLINTON: Certo. Vamos fazer um círculo de volta a isso. O que é isso, exactamente?

STAFFER 3: Acho que pode ser qualquer número de coisas. Como o jogo de palavras.

STAFFER 1: Eu sei: “Um tipo entra num bar com álcool e tem um refrigerante.”

CLINTON: Interessante.

STAFFER 3: Acho que é mais, tipo, “Um cavalo entra num bar, e o barman diz, ‘Porquê a cara comprida? “

FUNCIONÁRIO 1″: Desculpa, estou muito confuso.

STAFFER 2: Porque está o barman a falar com o cavalo?

CLINTON: Pessoas. Há 9,2 milhões de cavalos na América, de acordo com o último estudo do Conselho do Cavalo sobre a indústria do cavalo nos EUA. Mais de setenta por cento dos proprietários de cavalos vivem em comunidades de menos de cinquenta mil pessoas. Vamos ajudar os proprietários de cavalos a proteger o que pode ser o animal americano quintessencial. E não vamos deixar que os barmans-ou qualquer um-empreenda a forma das suas caras.

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(Silêncio.)

CLINTON: Até agora, temos um tipo a entrar num bar. É engraçado. Mas podia ser mais engraçado. Vá lá, pessoal. Sejam engraçados.

STAFFER 1: Tem de ser um gajo a entrar num bar? Poderia ser uma mulher?

STAFFER 2: Uma mulher transexual?

STAFFER 1: Precisamos de falar com essa demografia.

STAFFER 3: Talvez seja uma mulher. Ela vê os amigos, e eles dizem, “Ei, Steve!” E ela diz: “Agora é a Stephanie.”

STAFFER 1: Isso é lindo.

STAFFER 4: Mas, é engraçado?

CLINTON: Não há nada de engraçado na discriminação. Eu vou lutar pelos direitos das pessoas da L.G.B.T.Q. em todo o lado.

(Silêncio.)__

STAFFER 1: E se o tipo…

STAFFER 2: Desculpe, mas acho que devemos ter cuidado com os pronomes.

STAFFER 1: Erro meu. E se o indivíduo entrar no bar – e isto volta à ideia de uma frase de soco de que falámos anteriormente – e se o indivíduo vir a Roseanne Barr?

STAFFER 2: Engraçado. Por causa da coisa do bar. É quase um homónimo, acho eu.

STAFFER 1: E se ele ou ela vê a Barbara Bush, a quem as pessoas chamam Bar?

CLINTON: Porque é que a Barbara Bush está sentada sozinha num bar de álcool?

STAFFER 2: Estamos a enviar o sinal errado sobre uma antiga Primeira Dama?

STAFFER 1: E se ela estiver sentada com a Roseanne, e eles estiverem a beber café?

STAFFER 2:: E a rezar.

STAFFER 3: Mas rezar é engraçado?

STAFFER 2:: Havia aquele filme engraçado do Jim Carrey, “Bruce Todo-Poderoso”. Apanha o Jim Carrey.

STAFFER 1: Talvez seja uma reunião dos A.A., e a Roseanne caiu da carroça. Talvez Barbara Bush esteja a liderar uma oração.

CLINTON: Com Jim Carrey.

STAFFER 1: Sim. E talvez o bar esteja cheio de alcoólicos em recuperação. Imigrantes. Mexicanos. Todos são mexicanos, excepto Barbara Bush e Roseanne Barr e Jim Carrey.

CLINTON: E eu entro e sirvo-lhes café e digo: “Vamos parar de construir paredes. Vamos começar a construir compaixão.”

STAFFER 3: Coisas engraçadas. ♦